Curos Luiza Kehl
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Informação pode ser transferida acima da velocidade da luz

Amigos,
 
Vejam como a mídia aos poucos está divulgando informações novas, que se contrapõem às “leis” estabelecidas há muito tempo pela comunidade científica. Uma matéria interessante que explica que a informação pode sim viajar além da velocidade da luz.
 
Imagem: Hatim Salih – 10.1103/PhysRevLett.110.170502
O esquema pioneiro idealizado por Hatim Salih permitiu a idealização do experimento para troca de informações à distância sem transporte de partículas.
Com informações da Phy.Org – 27/03/2015 
 
Limite de velocidade universal
 
Consulte qualquer professor de física, ou qualquer livro texto da matéria, e você será informado de que nada pode superar a velocidade da luz e, por decorrência, nenhuma informação pode ser transferida mais rapidamente do que a velocidade da luz.
Este conceito tremeu nas bases – mas não caiu – quando começaram os experimentos com a “ação fantasmagórica à distância” e com o teletransporte quântico.
 
No caso da “ação fantasmagórica à distância” – baseada no fenômeno do entrelaçamento ou emaranhamento – as partículas entrelaçadas influenciam-se mutuamente mesmo que estejam em extremos opostos da galáxia. Ao que parece, isto ocorre instantaneamente – o que é mais rápido do que a velocidade da luz – mas ninguém sabe exatamente como, e os físicos ainda não concordam que haja uma troca efetiva de informações por meios puramente quânticos.
 
O teletransporte quântico, pelo menos nos experimentos realizados até agora, ainda não passou pelo chamado “teste de Bell incontestável” (loophole-free Bell test), o que poderia comprovar a existência de influências “escondidas” além do espaço-tempo, eliminando o limite de velocidade universal – a velocidade da luz.
 
Em termos práticos, os experimentos não conseguem dar uma palavra final sobre o assunto porque eles geralmente dependem do transporte clássico de partículas, normalmente fótons viajando ao longo de fibras ópticas Mas tudo isto pode estar mudando.

O ovo é o segundo alimento mais completo

Tempos atrás postei um estudo sobre o consumo de ovos. Agora recebo de um amigo, Claudio Prujá, o artigo abaixo do Dr. Victor Sorrentino sobre este tema.
 
O Dr. Sorrentino é Médico formado pela Universidade Luterana do Brasil; Pós-Graduado em Cirurgia Plástica e Reconstrutiva da Mama pela Santa Casa do Rio de Janeiro; Pós-Graduado em Cirurgia Geral pela Santa Casa do Rio de Janeiro; Membro da Sociedade Brasileira de Laser em Medicina e Cirurgia; Membro da Sociedade Brasileira de Medicina e Cirurgia Plástica Estética; Membro da Sociedade Brasileira de Geriatria Preventiva; Membro do Colégio Brasileiro de Cirurgiões; Membro do Grupo Longevidade Saudável; Membro da Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte;  Membro da World Society Interdisciplinary Anti-Aging Medicine; Membro da "The International Hormone Society”; Membro da “American Academy of Anti-Aging Medicine”.
 
Senão vejamos o que o Dr. Sorrentino tem a nos dizer:
 
Vocês sabiam que é raro que uma universidade de medicina (eu pessoalmente não sei de nenhuma) tenha aulas sobre nutrologia?
 
Nós médicos costumamos saber tanto de alimento quanto qualquer outra pessoa (ou até menos na maioria das vezes), pois não existem professores específicos.
 
Mas qual é a importância disto, se aprendemos a dar remédios, não é mesmo?
 
Pois é exatamente este tipo de pensamento que domina a mente da imensa maioria dos médicos.
 
Amigos, Hipócrates, considerado o pai da medicina moderna, 400 anos antes de Cristo já dizia:
 
"Deixe que o alimento seja seu remédio e que seu remédio seja seu alimento."